A tecnologia possibilitou um mundo novo para todos nós. Existem os lados bons e ruins, mas sem dúvidas a tecnologia contribuiu para otimizar o tempo de muitos profissionais.

Antes os jornalistas demoravam meses para concluir suas matérias. Era tudo muito burocrático. Eles tinham, basicamente, um telefone, copiadoras e termináveis consultas a relatórios, livros, institutos de pesquisa etc. Com os avanços alcançados hoje em dia, pode-se entrevistar alguém a 100 metros de distância utilizando o Skype, filmar com a câmera do celular e levar alguns minutos para enviar as matérias por e-mail à redação.

Outra mudança visível aconteceu com o departamento de RH das empresas. O processo de seleção continua o mesmo na maioria delas, mas a forma de recrutamento é que mudou um pouco. Com a proliferação das redes sociais, os headhunters passaram a “caçar” talentos utilizando como base o perfil do candidato nas redes sócias que ele participa.

A grande vantagem é o custo consideravelmente baixo neste processo de seleção. Por outro lado, há uma grande possibilidade do recrutador se decepcionar. É preciso entender que os perfis criados nas redes não representam a pessoa como ela é de fato. Uma pessoa que tenha muitos seguidores no twitter, por exemplo, não significa que ela seja popular “offline”. Uma pessoa tímida pode-se mostrar desinibida nas redes sociais e vice-versa.

Neste contexto é muito importante a tecnologia como facilitadora nos processos seletivos. Cabe a cada pessoa conscientizar-se e utilizar as redes sociais com bom senso e responsabilidade. E que os caça talentos não selecionem só pela “embalagem” apresentada, mas pelo conteúdo de cada candidato.